A CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) divulgou a primeira estimativa para os novos cálculos da extensão de outorga, que será oferecida como contrapartida às usinas que aderirem à repactuação do GSF (risco hidrológico) no ACL (Ambiente de Contratação Livre).

De acordo com a projeção, após a contabilização do ajuste do fator de direito das plantas já repactuadas no mercado regulado, chega-se a um valor de R$ 19,9 bilhões para o impacto financeiro dos fatores considerados no processo.

“Esse valor será repassado às geradoras que aceitarem a proposta por meio de ampliação das concessões. O tempo médio dessa postergação será de 864 dias no novo cenário, ou 2 anos e 4 meses. O resultado anterior, enviado para a análise homologatória em março, previa uma extensão média de 683 dias, ou 1 ano e 9 meses”, disse a CCEE, em nota. 

A Câmara reforçou ainda que os dados são baseados em uma leitura preliminar das mudanças de regras necessárias após a aprovação de um dos pleitos encaminhados à ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) por parte dos agentes. 

“A CCEE vai aguardar a deliberação dos demais pedidos que estão em discussão na diretoria do órgão regulador para avaliar o tempo necessário para que sejam refeitos os cálculos”, ressaltou o comunicado. 

Planos para 2021

A organização fez um balanço das iniciativas de 2020 e apontou também que irá investir nos seguintes temas para 2021:

Câmara de Comercialização de Energia Elétrica manteve estratégia de investir em cinco temas prioritários. Fonte: CCEE

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