Intensificar a atuação institucional na região e ampliar as ações e esforços para a votação e aprovação do PL 5829, que visa a criação do marco legal da GD (geração distribuída) e poderá democratizar a solar fotovoltaica no país.

Estes são os objetivos do INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa), que instituiu, no dia 14 de julho, a diretoria do Centro-Oeste, comandada por Carlos Toledo, empresário do setor solar, e Tarcísio Dário, diretor-executivo da Horus Telecom, que assume o cargo de diretor-adjunto. 

Segundo o instituto, os executivos assumem o desafio de comandar o projeto em meio a um momento decisivo para o setor elétrico brasileiro, diante da maior crise hídrica dos últimos noventa anos.

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Para Toledo, essa recessão hídrica impacta negativamente o sistema elétrico, com risco de racionamento e apagões, além do aumento nas tarifas de luz que pesam sobre o consumidor.

“Neste contexto, desenvolver o mercado de energia limpa é fundamental, pois ele representa uma saída sustentável, renovável e mais barata para a crise e, principalmente, para o equilíbrio do sistema energético nacional com a diversificação de sua matriz”, explicou.

De acordo com Dário, o país necessita modernizar o segmento de energia no Brasil para assegurar competitividade ao setor produtivo, gerar mais empregos, renda e desenvolvimento. Afirmou ainda ser necessária uma regulamentação para corrigir distorções e eliminar reserva de mercado e monopólio.

Heber Galarce, presidente do INEL, destacou a importância do trabalho dos dois novos diretores, especialmente, nos âmbitos institucional e legislativo, com a atual obstrução na Câmara dos Deputados da votação do PL 5829.

“A diretoria do Centro-Oeste será mais um importante braço para unir esforços em prol do mercado fotovoltaico, com objetivo de viabilizar e dar celeridade à votação do projeto de lei que tem grande importância não apenas para o setor de energia limpa e para o sistema elétrico nacional, mas para toda a economia brasileira”, ressaltou.

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