A enertech Sun Mobi anunciou sociedade com a GET Energy Trading, braço de comercialização de energia da gestora de investimento Prisma Capital, com o objetivo de ampliar a oferta das suas usinas solares em programas de assinatura. As empresas pretendem, assim, oferecer 200 MW de energia solar para empreendimentos nos próximos três anos. 

Com a sociedade, a GET Energy Trading passa a deter 50% de participação na Sun Mobi e já anunciou investimentos de R$ 16 milhões na ampliação da usina Wanda Maria Bueno, em Porto Feliz (SP). 

Com a expansão, a Sun Mobi ampliará seus serviços de assinatura de energia solar para consumidores atendidos na área de concessão da CPFL Piratininga a partir de fevereiro de 2022. Outro foco do investimento será na construção de novos complexos solares próprios, com foco inicial nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

“A operação combinada da Sun Mobi com a GET Energy Trading, reforçada pelo lastro trazido pela Prisma Capital, permitirá que sejamos vistos como mais uma opção de viabilização de investimento em novas usinas, oferecendo aos investidores atuais e potenciais uma alternativa ao concorrido mercado de contratação de longo prazo para grandes consumidores de energia”, conta Guilherme Susteras, sócio e diretor presidente da Sun Mobi.

Também como resultado da sociedade, são esperadas mais inovações e tecnologias para as áreas de eficiência energética e inteligência artificial, trazendo novas atualizações do aplicativo da Sun Mobi que permite aos seus usuários o monitoramento do consumo de eletricidade em tempo real. 

De acordo com Alexandre Bueno, sócio e diretor comercial da Sun Mobi, a sociedade com a GET Energy Trading visa democratizar ainda mais o acesso à tecnologia fotovoltaica, garantir competitividade às empresas a partir de redução de custos operacionais e aliviar o orçamento das famílias em tempos de crise hídrica e reajustes tarifários. 

“Esse tipo de contrato de fornecimento de energia solar [fornecido pela Sun Mobi] tem crescido exponencialmente no país, impulsionado pela ausência de necessidade de investimento num sistema próprio de geração de eletricidade no telhado ou num pequeno terreno, além da facilidade do processo de adesão. É ideal para consumidores que se encontram em imóveis alugados, apartamentos ou ainda que não tenham condições ou não pretendem fazer investimentos próprios”, esclarece Bueno.

Publicado Originalmente no Canal Solar em 2021-11-04 08:47:57